Vim viver para Lisboa, é sabido.
Não queria deixar os meus amigos, é mais que sabido.
Fui eu que tomei a decisão, também é sabido.
O que não é sabido é o porquê, se no fundo queria ter ficado lá.
Mas há coisas que simplesmente não podem ter 'porquês', e se os têm, não há resposta. Só pelo simples facto de que, o que tem de ser tem muita força.
O sentimento: Nostalgia, cura-se, neste caso agrava-se, com uma música de fundo que me faça relembrar bons velhos tempos... tempos que já lá vão e não voltam... como tudo o que vai não volta pra ficar, volta de passagem, volta de rompante. Mas, avante, há mais para viver sem, contudo, esquecer o síto que me viu crescer.
Muito amor para São Miguel!
a força imagética da palavra poética – Infinito sem Nome, Carlos Enes.
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*foto de Paulo R. Cabral** C*arlos Enes é um terceirense da Vila Nova,
um açoriano da Terceira, um português dos Açores, mas Carlos Enes é,
sobretudo,...
Há 9 horas
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